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Goiás reconhece responsabilidade na morte de 10 menores carbonizados

Goiás reconhece responsabilidade na morte de 10 menores carbonizados




A notícia da morte do filho chegou pelo WhatsApp. Marilene Araújo estava visitando a mãe em uma aldeia indígena do Pará quando recebeu de um contato anônimo as imagens de corpos amontoados e carbonizados dentro de um cubículo que servia como unidade socioeducativa para 11 menores. Imediatamente reconheceu o filho Elizeu entre eles. Estava deitado na porta da cela com o rosto completamente queimado. “Assim que vi já comecei a chorar”, conta a mulher. “Ele só tinha 17 anos. Tão lindo. Tão perfeito. Tão dócil”. Pegou então um ônibus em plena greve dos caminhoneiros para chegar em Goiânia e ver o filho pela última vez. Cinco minutos foi o tempo que teve, na manhã do dia seguinte, para se despedir antes de o rapaz ser enterrado.Seguir leyendo.



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Author : F. Betim, T. Pires

Publish date : 2019-07-09 03:59:19

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